segunda-feira, 25 de julho de 2016

VAMOS ESQUEITEAR NO PARQUE OÔ!!!

 

 A Sessão Geriátrica de Skate é uma junção de sentimentos de momentos raros, movidos pelo “Carrinho” e elevados por ollies de alegria. Foi nessa atmosfera que, domingo (17/07) no Parque Santana, aconteceu a Geriátrica de maior participação. Desta vez Ela veio no nome de Lobão e João Neto, que ficaram gratos e encantados com a proposta da festa. O cenário do encontro, incrivelmente, é um link entre os primórdios com o que há mais contemporâneo no nosso Skate, história viva. Vejam, é Abi e Patrício (Esqueiters dos anos 80) no mesmo ambiente que estão Caio (Macaxeira) e Andryus (Alto José do Pinho), esqueitista novos. Não é campeonato, é amizade em exercício; não é melhor manobra, é domingo no parque; não é game of, é sorriso no rosto, enfim, Skate em comunhão na SGS. A sensação era de ser um grande piquenique com crianças molhadas, frutas e “bebidinhas”, jogo de bola, Skate e sol. O imperativo se revelou em não haver distinção, onde todos são partes iguais da “parada”. É por essas e outras que a Sessão se torna distinta em seu acontecer.






































quinta-feira, 21 de julho de 2016

Direito do skatista e dever do Estado... 1º Encontro em Prol da Construção do Skatepark do COMPAZ.

Amanhã, 22 de julho, vai acontecer o PRIMEIRO ENCONTRO DOS SKATISTAS DO COMPAZ DO ALTO SANTA TEREZINHA.  Trata-se de um evento protesto, reivindicando a construção da pista de skate que deveria existir no local, pista essa que aparece até na maquete que fica na entrada do prédio do COMPAZ (Centro Comunitário da Paz). Várias foram às promessas, que após a inauguração, a pista começaria a ser construída... E até agora, quatro meses depois, nada do skatepark sai do papel.
Além da competição de melhor manobra de skate, o evento contará com exposição de grafite, apresentação de bandas e grupos culturais locais, roda de break e microfone aberto. O COMPAZ fica localizado na AV. Aníbal Benévolo no Alto Santa Terezinha (Parada de ônibus em frente ao local).

Apareça por lá, vamos reivindicar o direito do skatista e o dever do estado.


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Lançamento do documentário TU FLIPAS, OLINDA?

No próximo sábado 23 de julho, a Submundo Produções em parceria com a Cinematologia e a Casa do Cachorro Preto, apresentam  a festa de lançamento do vídeo TU FLIPAS, OLINDA? Um documentário sobre o skate de Rua Olindense. A festa acontecerá na Casa do Cachorro Preto (Olinda-PE) a partir das 20h, com entrada custando R$5,00. Além da exibição do Doc, também vai rolar shows, com Dj Kleyton Abrão, Hebert Lost, Geldson PicaPau e sorteio de brindes para o público.
O Picos e Pistas resolveu trocar uma ideia com o skatista e diretor do vídeo, Thiago Barros “Batata”, o cara falou um pouco sobre a produção do documentário, a expectativa do lançamento e sobre o skate olindense... Dá uma conferida


Thiago Siqueira Pontes de Souza Barros, Diretor do Documentário, 23 anos e 8 dedicados ao skate.



P&P - Como surgiu a ideia do vídeo “Tu Flipas, Olinda”? Existiu um roteiro prévio ou a concepção de ser um documentário veio durante as filmagens? 
Sempre tive a ideia de fazer um vídeo de skate, desde o momento em que comecei a andar e trabalhar com edição, com 15 anos. Comecei a editar uns videos bem toscos na época, lembro que usava o movie maker, mas de qualquer forma isso me deu uma base, um primeiro passo pra me familiarizar com programas profissionais posteriormente, como o adobe première, que utilizo até hoje. Paralelamente a isso, eu começava a andar de skate: mudou completamente minha vida e minha visão de mundo, resumindo. Assistia muitos videos na época, era um viciado. Assistia tanto pra aprender manobras, quanto pra estudar a forma como os vídeos eram filmados e editados. Quando comecei a andar de skate por Olinda, senti algo completamente diferente dos outros picos que frequentava. Eu não sei explicar o amor e a vibe que tenho por essa cidade, mesmo morando em Recife, é surreal. Entrei na faculdade já apostando na área de audiovisual e comecei a aprender e aprimorar ainda mais as técnicas de edição e filmagem. O tempo ia passando e o que mais me preocupava era o TCC. Sabia que queria fazer algo relacionado ao skate, mas não sabia o quê. Quando consegui comprar minha câmera, tive a ideia de unir todas as minhas paixões numa coisa só. Resolvi fazer um video sobre o skate de rua olindense. Queria algo bem produzido, que pudesse servir de exemplo de qualidade no futuro. Minha ideia era mostrar que em Olinda tem uma cena de street, que tá em constante crescimento, além de mostrar a relação dos skatistas entrevistados com o esporte, a cidade e os pontos positivos e negativos de andar pela cidade do farol. Isso tudo é abordado na forma de um documentário, gênero que achei mais apropriado pra mostrar toda essa bagagem de informação, coisa que ninguém havia explorado antes. A ideia do nome veio da minha cabeça mesmo. Não queria um título enlatado, com nome em inglês, sei lá. Queria algo puxado pro regional, visto que a cidade é recheada de cultura, história e tem uma identidade muito forte. Não dá pra deixar isso passar batido. É como se perguntassem pra cidade se ela anda de skate, se tem skate de rua lá. O flip é uma das manobras mais icônicas do street e eu quis abrasileirar a ideia, gerando o título-pergunta. Eu achei meio tosco na hora, mas mudei de opinião quando a galera achou interessante. Fui muito elogiado na hora da defesa do trabalho. Não imaginava que iria ter tanta repercussão positiva. Mesmo sendo um vídeo voltado pra um público específico, pra quem anda de skate e vive a parada, até a galera que é leiga no skate, mas que entende de audiovisual, ficou de cara com o resultado. Não tô querendo exagerar ou me gabar, mas foi realmente o que aconteceu. Deu certo de alguma forma hahaha. Sobre o roteiro, o que existiu concretamente, foram as perguntas pros entrevistados. O resto, deixei fluir naturalmente durante as filmagens e creio que deu um material interessante.



P&P - Você foi o responsável por idealizar, filmar e editar tudo? Quanto tempo durou para finalizar todo o projeto?
Sim. Levei 4 anos pra chegar no projeto final. 2 anos de pré-produção (elaboração das ideias),  1 de produção (filmagens) e 1 de pós-produção  (edição e finalização). Foi todo o tempo que fiquei na faculdade. Juntava a grana do trampo que nem louco pra comprar os equipamentos que queria pra esse vídeo. A trilha sonora do video, que é original, também levou um tempo pra ser finalizada. Me dediquei ao extremo. Demorou mas saiu.



P&P - Como foi à escolha dos skatistas que iriam participar do documentário? Na lista tinha mais convidados ou quem foi chamado para participar, topou logo de primeira?
Queria uma galera que tivesse tanto um rolê style, quanto um conteúdo informativo pras entrevistas. A experiência de cada um dos entrevistados fez a diferença. No vídeo você nota os diferentes níveis de skate e ideias. Eu queria isso, mostrar diversidade. Mostrar como eles se expressam e como interagem com a cidade. No começo tinham uns 8, mas tive que cortar 3 por indisponibilidade de tempo deles. Mas, os que chamei, acharam foda a ideia e aceitaram de primeira. Fiquei bastante satisfeito com a escolha.


P&P - Pelo o que foi visto no teaser, existiu um cuidado na fotografia dos Picos (locais) onde foram feitas as filmagens. Você escolheu ou deixava o skatista livre pra decidir o melhor lugar pra manobrar?
Foi uma parceria minha com o skatista. Gosto de trabalhar assim. Eu olhava o pico, via que dava uma imagem massa, o skatista analisava, concordando ou não. Dependia da sua aprovação. O contrário também rolava. Acho que quando se trata de video de skate, tem que sempre existir essa parceria entre o videomaker e o skatista. É um jogo de decisões em equipe: a forma como vai filmar, a manobra, a linha, o obstáculo...tudo isso é analisado por ambos, e acho que isso que faz a diferença na qualidade do produto final, essa junção de ideias e experiências.


P&P - Sabemos que não é fácil filmar em rua, alguns fatores como o clima/tempo, pedestres, seguranças e ladrões interferem nas gravações.  Sabendo disso, rolou algum stress de não filmar em algum lugar? Teve alguma baixa durante as filmagens, alguém se machucou o algum equipamento foi danificado? 
Quando eu falo que esse foi o trabalho mais insano que já fiz, não é mentira. É difícil explicar o quão difícil foi todo o processo de filmagem. Foi meu primeiro documentário e video de skate. Só quem participou, sabe como foi. Olinda realmente é uma cidade “bem lostzinha” (salve CJ Bode). Tem seus pontos positivos e negativos, como qualquer outra cidade. Mas o fato ser uma cidade histórica, dificulta muito a filmagem e execução das tricks. A estrutura não é boa, tem muitos buracos, muita areia. Salvo alguns locais. O descaso e a precariedade da administração da prefeitura também conta. A gente saía de ônibus pros picos (manhã-tarde-noite), com equipamentos na bolsa, que não são baratos, correndo o risco de ser assaltado a qualquer momento. Foi tenso pra caralho. Graças a Deus/Jah/Buda/Jesus/Tupã/Forças espirituais, ou seja lá o que for, que não aconteceu nada de grave comigo, com os equipamentos ou com os skatistas durante as filmagens. No video dá pra notar a dificuldade durante as gravações, mas no final, creio que consegui um bom resultado. 



P&P – Qual foi sensação de ver a repercussão positiva que o teaser do documentário teve, sendo elogiado e compartilhado por centenas de skatistas pernambucanos e também de outros estados, inclusive, indo parar na fanpage do site Black Media?
É tudo muito louco. Pra mim é um começo, um primeiro passo mesmo. A gente sabe que existe uma carência na produção audiovisual de skate, não só em Olinda, como em Pernambuco todo. É complicado fazer um video aqui, pq a gente que vive a coisa sabe das dificuldades de se produzir um material de boa qualidade. Eu investi pesado nesse video. Me sacrifiquei o máximo, fui até o meu limite mesmo. Creio que todo meu  esforço em aprender a filmar, editar, andar de skate e conseguir os equipamentos, teve um reflexo positivo, ainda mais com o lançamento desse teaser. Acho que o reconhecimento do seu trabalho vem naturalmente, através de cada gota de suor derramada. O fato de o teaser ter sido bastante elogiado e compartilhado, só traduz ainda mais esse reflexo do esforço. Creio que quem me conhece, sabe que me dedico ao extremo num trabalho, viso primeiramente o material pronto e não a grana. Isso é de mim mesmo. De que adianta receber rios de grana, se você não ajuda a comunidade em que tá inserido? Não se entrega totalmente pra um trabalho de corpo e alma, visando desenvolver o cenário em que você tá situado? Eu queria ajudar de alguma forma a minha comunidade, a tribo que tô inserido, a ter voz, a mostrar que realmente existe uma cena na região. Foi o meu foco. E acho que consegui de alguma forma. Só agradeço de coração a todos que compartilharam a ideia, pois de alguma forma, essas pessoas estão contribuindo para o fortalecimento, não só do esporte aqui na região, mas também de toda uma cultura. 


P&P - O que você espera do lançamento oficial e o que o doc vai deixar de positivo para o skate olindense?
Eu espero que tenha um feedback positivo, que não dê nenhuma merda na hora da exibição hahaha. Querendo ou não, acho que esse evento do dia 23 também representa um começo. Dificilmente a gente vê uma première de um video local e acho que com essa iniciativa, novas portas vão se abrir. Espero que com o lançamento deste video, apareçam novos e mais produtores audiovisuais de skate na região, assim como cresça e se fortaleça ainda mais essa cena em Olinda. Seria muito louco mostrar esse documentário pra skatistas de outras regiões do Brasil. Imagina se Olinda vira um pico rotineiro pra skatistas de peso de todo o país, apesar de todas as suas dificuldades? Nunca se sabe né? Quero que esse doc seja exibido em festivais e canais de televisão antes de ir pra net, visando divulgar ainda mais o nosso cenário.


P&P - Para finalizar, Olinda Flipa?
Apesar de todas as suas dificuldades, flipa até demais meu caro.


quinta-feira, 14 de julho de 2016

No interior do Full Pipe

O olhar aguçado e diferenciado do skatista para a cidade o leva a encontrar diversão onde outros nem imaginariam. Pode ser uma praça abandonada, uma irregularidade na calçada, uma lombada em alguma rua lisa, ou mesmo, tubos cilíndricos de metal no meio de uma BR. No final do mês de Junho, o skatista Danillo Cesar foi curtir o São João na cidade de Arco Verde, até aí tudo bem, se não fosse sua visão além do alcance para enxergar no meio da BR-232 (Sentido Gravatá), um Full Pipe jogado no Pátio de uma empresa, na entrada da Cidade de Pombos, interior de Pernambuco. No primeiro momento a sessão não aconteceu, pois Danilo era o único skatista dentro do carro, mas a volta àquele local era algo imprescindível.  
O skatista Paulo Pio da marca Flatground resolveu visitar o Full Pipe junto com Danilo, para isso, convidou Henrique HC do blog Picos e Pistas para registrar a sessão naquele tubo cilíndrico tão desejado. Chegando ao local, constatamos que não era apenas um Full Pipe, mas vários, de diferentes dimensões. A sessão corria solta, com algumas manobras e muitas vacas para pegar a base das rápidas transições, até que chega o dono da empresa. Logo pensamos que o rolé chegaria ao fim, mas pelo contrario, além de nos convidar para andar num Full Pipe maior (Seis metros de cumprimento) na porta da empresa, ele revelou que andou de skate nos anos 70... E a sessão continuou até as pernas não aguentarem mais.
O skate é assim, vez ou outra, ele nos mostra o quanto inesperado pode ser uma simples sessão, seja numa praça, rua ou no interior de um tubo no meio de uma BR.         













domingo, 10 de julho de 2016

Domingo tem Sessão Geriátrica de Skate

No próximo domingo, 17 de julho, acontecerá mais uma Sessão Geriátrica de Skate no Parque Santana, a partir das 8h da manhã. Essa “bagunça orquestrada” consiste em aproximar todos, indistintamente, para vivenciar e recordar esquetáveis momentos. Para ocasião homenagearemos duas personas que deixaram suas digitais na formação do nosso skate. Lobão representa desbravamento, estilo e agressividade, enquanto João Neto vem pelo resumo da obra para juntos enobrecer a Sessão Geriátrica.
Venha celebrar e traga seu riso, a SGS quer lhe abraçar. 

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Rolé de Noticias #28



No próximo domingo 10 de julho vai rolar a 1ª Copa Skate do Ibura 2016.  O evento começa às 14h na Quadra de Esportes Escola Dom Sebastião Leme, localizada na UR 3 – Ibura. Categorias Open e Master com inscrição à R$ 5 reais, premiação do 1º ao 5º colocado de cada categoria. Além de skate, vai rolar shows de Karne de kavalo, Estação Coqueiral e Orla Clãn. 

Essa semana foi lançada a edição #066 da Vista. A revista que sempre foi  focada na mistura de skate e arte, traz no editorial desta nova edição, uma surpresa para os skatistas pernambucanos, uma foto massa do Skatista Marcelo Batista “Shrek” descendo um corrimão “virgem” localizado na saída da passarela da Rocinha no Rio de Janeiro. A foto foi feita pelo fotógrafo carioca Marco Myara, que fez questão de mandar um email para revista contanto o passo a passo de como tudo aconteceu, o texto terminou sendo publicado junto com a foto no editorial... Skate Pernambucano representando em outros estados, parabéns Marcelo “Shrek” por desvirginar mais um pico de rua e deixar a marca do skate cabra da peste do Nordeste. 


No dia 13 de junho vai rolar a exposição fotográfica do skatista e Fotógrafo paraibano Cesar Formiguinha.  A festa intitulada La Família vai acontecer na Galeria Lavadeira, Bloco B, CTTA da UFPB, a partir das 19h. Além da exposição, que ficará na galeria pela temporada de 14 de julho à 01 de agosto, vai ter a participação musical FZO, Camila Rocha, Dumatu, Jorge De La Grota, Atômico MC, SH Torres, JR MC,  Clan 83, Afronordestinas, DJ Mauro, DJ Black e DJ Blunt.


Anota na agenda, no domingo de 17 de junho, vai acontecer mais uma Sessão Geriátrica de Skate no Parque Santana. Como sempre, irá rolar homenagem a dois skatistas que fazem parte da história do skate Pernambucano... Em breve mais informações e cartaz oficial da festa dos “velhinhos” do skate PE.


Nos dias 16 e 17 de junho, vai rolar o 1º Gravatá Freeride Festival. 


A APED (Associação Pernambucana de Downhill) divulgou recentemente o vídeo oficial da 1ª Etapa do Circuito Norte Nordeste de Downhill, que foi realizado nos dias 18 e 19 de junho em Primavera/PE. 



A Qix colocou no seu canal no youtube, o vídeo da inauguração da nova pista de skate de João Pessoa na Paraíba. As imagens feitas pelo fotógrafo e vídeomaker Júlio Detefon mostram muito bem com foi a festa de inauguração do Skatepark localizado dentro do Parque Radical da Nova Lagoa no Centro da Cidade. Além do Best Trick QIX (Vencido por Ricardo Andrade “Tapioca” no Bowl e Pedro Victor no Street), rolou também a demo do skatista Profissional Allan Mesquita.   



A Pig's Head TV, divulgou recentemente um novo quadro intitulado de CARTEL, onde convidam dois skatistas que representam alguma Marca ou Loja para manobrar juntos em algum Pico ou Pista, sem disputa de Game ou Best Trick’s, apenas pela real essência do skate, diversão e união... Dessa vez os skatistas Diego Pereira (One Play) e Thiago “Ôreia” (Good Vibe) deram um rolé na Skatepark Serralharia. 



A marca de rodas TRIANGULAR acabar de lançar o vídeo promo AO QUADRADO, com Felipe Oliveira, Luis Moschioni, Pedro Lima e Rafael Ferreira, quatro faces equiláteras (iguais por serem justamente diferentes) unidas pela multiplicação da energia do skate... Não importa qual seja o produto colocado no mercado, a melhor maneira de apresentar um marca  de skate aos skatistas continua sendo um bom vídeo. 


Recentemente o canal NA FOLGA lançou mais um vídeo do quadro “Conta tua História”, dessa vez o convidado foi o skatista local do Pina, Inho Tenório. Com 6 anos de skate, o cara deu a letra, se divertiu e marretou o skatepark do Rodão no vídeo.